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Dos últimos sete jogos do Palmeiras sob o comando de Eduardo Baptista, Miguel Borja foi reserva em um – o último, contra o Jorge Wilstermann – e substituído em cinco. Contra a Ponte Preta, na semifinal do Paulistão, o colombiano se irritou, chutou um copo d’água e saiu esbravejando: “sempre eu!”. Cuca quer mudar esse cenário.
– Eu quero deixar o Borja em campo o jogo todo. Quero que ele entre em campo sem medo de ser substituído e que possa produzir melhor, tecnicamente e de entrega também – disse o treinador, nesta sexta-feira.
Sendo assim, só um imprevisto fará com que Borja não dispute os 90 minutos do jogo contra o Vasco, domingo, pela primeira rodada do Brasileirão.
Reforço mais caro da história do Palmeiras (R$ 33 milhões, pagos pela Crefisa), Borja ainda não deslanchou. Tem 13 jogos e quatro gols.
– Imagina se você fosse lá para a Colômbia, chegasse como o grande nome e não estivesse fazendo gols. Você ia estar pressionado, né? Lógico. Aí o treinador na Colômbia, os jogadores, iam ter que te acolher, ter paciência até você aprender a “hablar un poquito”, fazer uma “jogadita” ou outra para você. Lá na Colômbia, você teria que “dejar todo” dentro de campo. O que significa isso? Luta, entrega, porque daqui a pouco o homem lá de cima põe a mão e você faz o gol. Não se preocupe em ser artilheiro, ser o melhor, seja guerreiro, que ele vai te ajudar. Nós tínhamos o Gabriel (Jesus) que fazia isso, que não se preocupava com o gol e fazia gol. Em um momento, ele começou a se preocupar com gol, porque voltou da Seleção e começaram a falar que não fazia gol aqui – completou Cuca.
continua após a publicidadeRelacionadasPalmeirasCuca tem só uma dúvida para a estreia: Willian ou Róger GuedesPalmeiras12/05/2017PalmeirasPalmeiras fecha com Juninho e o espera em São Paulo para examesPalmeiras12/05/2017PalmeirasCuca e Alexandre Mattos têm reunião com dono da CrefisaPalmeiras12/05/2017